sexta-feira, 15 de junho de 2012

Decepcionante


É decepcionante crer e depois desacreditar...
É triste entender que tudo poderá desabar...
Confiei cegamente em você...
E agora tudo se foi...
E eu me nego a saber o por que dói...
A confiança se abala...
E a alegria do pra sempre desanima...
E a desconfiança em uma fala...
Me fez destruir toda uma rima...
Uma única chance se perdeu...
Pela pressa e paciência que em poucos se deteve...
Não se pode consertar...
Uma vez abalado o amor mesmo cego passa a enxergar...
E ativa a mente para que nunca retorne para uma situação...
Não importa se lhe abriu os olhos ou não...
Eu não abrir mão de amar...
Só que agora existem medidas que precisarei tomar.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Explicações


Não quero ouvir explicações...
Não quero saber se atende a esse tipo de emoções...
Não é não querer mudar o que está mal...
É que dependendo da explicação vou acabar te achando banal...
Acho que me doei demais...
E se é hora de fechar os ouvidos...
Que me permita não ter dores a mais...
Vamos esquecer o ocorrido...
Não vamos lembrar o já esquecido...
Não que não chegou a doer...
Especialmente vindo de você...
Mas antes passemos a diante e continuemos a caminhar...
Pois sei que mudarás de assunto logo...
E então eu que estarei a dramatizar.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Ciúmes


Sentimento mortífero...
Que une e separa...
Uma boca seca, que se perde na cara...
Medo, dor, tudo por misturar...
Na mais estranha existente...
Forma de amar...
Eu me questiono de modo constante...
Sobre o não resolvido e o que está por vir...
E da insegurança tonta...
De dor e raiva me consumirem por ti...
Um aperto súbito no coração...
E enfim começa outra vez...
Me roubando a razão...
Da loucura de ter perder mais de uma vez.