Levantei o olhar...
Eu só via estrada....
E quanto mais eu seguia a frente...
Mais eu não via nada...
É como se as árvores plantadas em sua beira...
Colorissem o asfalto...
E a visão no outono engenhoso, repartisse o amarelo com o cinza claro...
São inexplicáveis...
São como sons afáveis....
Por onde se conduz um mar...
De solidão, de espera...
De pesar...
Que acalma...
Amortece a alma...
Permitindo viajem...
Enquanto tenho claridade...
Sentindo-me pura em liberdade.

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